“BC tem que ser instrumento do desenvolvimento, não do FMI e do Banco Mundial”
“O Banco Central precisa ser um instrumento do Estado que serve para beneficiar sua gente”, afirmou o presidente do Partido Comunista Colombiano, Jaime Caicedo, condenando o fato de a instituição, “independente do governo”, permanecer atuando contra os interesses nacionais. Em entrevista exclusiva, o dirigente comunista denunciou a política de “juros altos” imposta pela submissão à política do grande capital transnacional, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial que domina o BC, e defendeu o Plano Nacional de Desenvolvimento – sabotado pelo corte de US$ 1,6 bilhão – promovido pela Corte Constitucional “dominada pela direita”, para que o governo não realize o projeto de transformações para o qual foi eleito.